Vim de um fim de semana que se quis de três dias e que se queria de qualidade...
Estive contigo e tu comigo. De facto estivémos os dois juntos mas não nos encontrei... não nos reconheci... simplesmente não estivémos...
Desejámos, e acredito que queríamos, que este fim de semana tivesse sido um fim de semana com tempo de qualidade... Um fim de semana de qualidade. Onde usaríamos e abusaríamos um do outro!
O que fizémos para tal? Para além do desejar, o que fizémos para concretizar? O que nos disponibilizámos a fazer para que isso acontecesse? Nada.
Tempo de qualidade = Zero
Vou aguardar pelo próximo !
Ah! E eu admito que tenho dificuldade em falar sobre as coisas !
dezembro 08, 2008
dezembro 04, 2008
No Fundo
dezembro 03, 2008
Como...

Desculpa-me
por não ter gostado
como gostas
por não te ter querido
como me queres
por não te ter adorado
como me adoras
por não te ter amado
como me amas
...
Infelizmente é isto que a vida é. Uma jornada que não dá certo quando queremos, onde queremos, por aquilo que queremos, como queremos, por quem queremos...
por não ter gostado
como gostas
por não te ter querido
como me queres
por não te ter adorado
como me adoras
por não te ter amado
como me amas
...
Infelizmente é isto que a vida é. Uma jornada que não dá certo quando queremos, onde queremos, por aquilo que queremos, como queremos, por quem queremos...
novembro 27, 2008
E eis que hoje te voltei a encontrar! Nada por acaso claro, já que fui à tua procura!!!E eis que hoje novamente me voltaste a evitar... e eu novamente percebi a falta de sentido e bom senso que "isto" faz...
Porque insisto eu em tentar tornar real algo que não existe???
Porque pode um nada tão grande significar tanto?
novembro 12, 2008
novembro 09, 2008
Ri dí cu lo !

Apareceste do nada... Apareceste novamente. E novamente do nada.
Ou talvez tenhas (re)aparecido entre as pequenas coincidências
que pautam a nossa história... o nosso episódio... o nosso acto... a nossa ínfima e tão intensa cena.
Talvez nunca tivesses estado ausente e eu quis apenas aceditar que sim.
A ausência de Ti que impus a Mim própria demonstrou-se tão frágil que não foram precisos mais de 3 míseros e infidáveis segundos a ser desmascarada. Ridículo!
Impuseste assim, e propositadamente, a tua presença. E entre a dualidade de sentimentos e as emoções que rodopiavam na minha cabeça e no meu corpo... optei pelo mais fácil.
Não necessariamente pelo melhor... mas aí a culpa foi e é nossa. Dos nossos corpos que parecendo ter vida própria teimam em se juntar, das nossas mentes que se enredam uma na noutra, das nossas bocas que teimam em se atrair...
Quis fugir. Quis ficar. Quis gritar de raiva e gemer de prazer. Quis lutar contra o meu corpo impotente que ansiava pelo teu... Quis parar o tempo e o espaço. Quis nunca te ter conhecido e quis agradecer por te ter encontrado...
Não consegui fazer nenhuma...
Penso que se viver um mês que não me arrependo de nada... posso viver 10 anos e arrepender-me todos os dias.
Quantas vezes mais vai a tua vida cruzar-se na minha?
Quantas vezes mais vai o teu corpo impor louca e apaixonadamente
o ritmo ao meu?
Quantas vezes mais vou pensar que realmente tudo e tão pouco tinha de acontecer entre nós?
De assumir finalmente que foste do melhor que me aconteceu e que realmente a minha vida não seria a mesma ou não teria o mesmo sentido sem ti e a tão nossa, tão ínfima e tão intensa cena.
Ou talvez tenhas (re)aparecido entre as pequenas coincidências
que pautam a nossa história... o nosso episódio... o nosso acto... a nossa ínfima e tão intensa cena.
Talvez nunca tivesses estado ausente e eu quis apenas aceditar que sim.
A ausência de Ti que impus a Mim própria demonstrou-se tão frágil que não foram precisos mais de 3 míseros e infidáveis segundos a ser desmascarada. Ridículo!
Impuseste assim, e propositadamente, a tua presença. E entre a dualidade de sentimentos e as emoções que rodopiavam na minha cabeça e no meu corpo... optei pelo mais fácil.
Não necessariamente pelo melhor... mas aí a culpa foi e é nossa. Dos nossos corpos que parecendo ter vida própria teimam em se juntar, das nossas mentes que se enredam uma na noutra, das nossas bocas que teimam em se atrair...
Quis fugir. Quis ficar. Quis gritar de raiva e gemer de prazer. Quis lutar contra o meu corpo impotente que ansiava pelo teu... Quis parar o tempo e o espaço. Quis nunca te ter conhecido e quis agradecer por te ter encontrado...
Não consegui fazer nenhuma...
Penso que se viver um mês que não me arrependo de nada... posso viver 10 anos e arrepender-me todos os dias.
Quantas vezes mais vai a tua vida cruzar-se na minha?
Quantas vezes mais vai o teu corpo impor louca e apaixonadamente
o ritmo ao meu?
Quantas vezes mais vou pensar que realmente tudo e tão pouco tinha de acontecer entre nós?
De assumir finalmente que foste do melhor que me aconteceu e que realmente a minha vida não seria a mesma ou não teria o mesmo sentido sem ti e a tão nossa, tão ínfima e tão intensa cena.
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